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segunda-feira, 4 de março de 2013


A verdade  liberta e salva...


Tenho pensado em como está difícil encontrar alguém que seja ele(a) mesmo(a) .
A nossa natureza vai sendo adaptada conforme a necessidade : ou tentamos nos encaixar ou sucumbimos....mas será que é por aí ?
A tônica : sejamos aquilo que seja conveniente para nos darmos bem ?!! 
Infelizmente ,o preço à longo prazo é alto, seguido de possível inadimplência, porque a alma adoece e chega-se ao ponto de não mais resgatar-se . 
Sou uma dessas que perde de goleada para essa versão "fake". 
O quociente emocional está atrelado à capacidade de ser  maleável ao imprevisível com inteligência, e não com falsidade.
Moldar-se aos protocolos de sobrevivência exige uma verdadeira metamorfose, um sofisma ! 
O contexto da diplomacia e do comportamento social envolvem mais do que uma boa etiqueta e educação. Infelizmente, um certo fingimento . 
Para a tristeza dos que não aceitam a "encenação"  é difícil  entender que seja necessário "fazer de conta", tentar ser sempre agradável em detrimento do próprio bem estar. 



                        http://youtu.be/-dK_TOg1KRM  

  Posso dizer por mim , pois eu deixaria de ser eu mesma tendo que ser uma "personagem". Conspiração contra, óbvio. 
O mundo não está preparado para tantas verdades.,É melhor uma zona de conforto,do que ter que tomar atitudes a partir da real  realidade. 
Gosto de preto no branco , da verdade crua e nua, de preferência descoberta com suavidade, abrindo a porta devagar.
Aaahhh, sou mais das verdades ruins do que das mentiras boas.
Jogo para ganhar de mim mesma, porque se houver necessidade de derrotar alguém para algum benefício egoísta, nesses "lances da vida", prefiro abster-me.
Tenho um sério problema com o espelho : se eu dissimular ,transfiguro-me , e não gosto de ver no que me transformo. Não gosto de  máscaras.
Gosto das pessoas verdadeiras, que são elegantemente sinceras ,  que erram bastante e procuram corrigirem-se, em nome da paz e harmonia.
Essa coisa de "representar" vai destituindo a fidelidade consigo mesmo , à favor de uma farsa sem controle...uma bola de neve. Depois não dá para segurar , a bola de neve é destruidora. .



Sempre vemos chavões do tipo: seja sempre aquilo o que você seria quando todos te observam. Penso ,agir com a mesma naturalidade e elegância ,ainda que sós.



   o que os outros pensam ?...bem , O QUE VOCÊ PENSA DE MIM 
NÃO VAI ME MUDAR, 
MAS MUDARÁ MEU CONCEITO SOBRE VOCÊ.
(DR.GREGORY HOUSE)

ALÉM DO QUE, TODO MUNDO PODE TER O QUE VOCÊ TEM,
MAS NINGUÉM PODE SER O QUE VOCÊ É...


Confesso que demorei para entender que não me dou bem com a mentira, nem a do tipo "social".
Já menti muitas vezes, por comodidade....mas nunca vale à pena.
Errei muito, mas agradeço aos meus erros e às pessoas horríveis que me derrubaram, ou tentaram (só tentaram)...rsrs.
Aprendo também com o erro dos outros, coisa que a teimosia da imaturidade não nos deixava.
Hoje sou de um jeito que gosto mais do que o de ontem , mas ainda não contente, busco o que melhor for para a minha inserção positiva entre as pessoas e com minha paz.
Quando não sabemos muito da vida, erramos mais do que acertamos.Depois essa dualidade equilibra-se, até entrarmos num acordo pessoal que culmina com a coerência de sermos o que somos, sem cortinas, sem névoas que escondam nossa personalidade. 
Claro, tangenciando o respeito e a consideração pelos demais , principalmente por quem nos ama de fato.
Agradeço aos problemas , aos opositores, às contrariedades, aos desafios, porque depois de superá-los conseguimos enxergar o sol e a lua , com muito mais alegria e sacralidade.Principalmente com a consciência limpa e leve.
Sim,viver autenticamente é sagrado.

O lado oculto e inesperado de tudo
    sempre nos afeta....



Mesmo aos não convidados, sejam bem vindos ,porque serão professores a mais que me farão enxergar o que ainda não sei.


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